Não me interprete mal. Juro, não é implicância minha!
Quando eu resolvo pegar um livro recente de autoria de um brasileiro eu sempre inicio pré-disposta a gostar. Eu realmente QUERO gostar. Até me esforço pra isso... Mas ultimamente não tenho dado sorte. Talvez eu apenas esteja escolhendo os livros errados... Não quero, de modo algum, deixar de me interessar por livros nacionais do gênero! Mas está cada vez mais difícil não desistir.
Quando eu resolvo pegar um livro recente de autoria de um brasileiro eu sempre inicio pré-disposta a gostar. Eu realmente QUERO gostar. Até me esforço pra isso... Mas ultimamente não tenho dado sorte. Talvez eu apenas esteja escolhendo os livros errados... Não quero, de modo algum, deixar de me interessar por livros nacionais do gênero! Mas está cada vez mais difícil não desistir.
Eu vi esse livro acho que um ou dois meses atrás em uma livraria. De longe a capa me chamou a atenção (de perto eu vi que o desenho dela não era tão bem-feito quanto parecia, mas não me importei), depois me surpreendi com o nome do autor, pois Augusto Cury é mais conhecido por escrever auto-ajuda e isso atiçou minha curiosidade. A sinopse me pareceu interessante e então eu decidi incluí-lo na minha Wish List (que é gigantesca).
Encontrei ele recentemente em promoção na Saraiva e decidi aproveitar a promoção.
Logo de início o texto me desanimou e passei a lê-lo a passo de tartaruga, lendo apenas por ler, porque tinha comprado e porque já tinha começado. No final já estava tão desanimada que estava lendo roboticamente, sem nenhuma emoção e nas últimas páginas estava pulando trechos do texto (coisa que só fiz com, o igualmente ruim, Inverno das Fadas).







