quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Livro: A Volta ao Mundo em 80 Dias




Então, o post anterior foi uma introdução para esse post sobre o 1º livro da coleção que finalmente li. Desde que cheguei em casa logo depois da Bienal (que foi em Agosto passado) eu tava louca para ler algum logo, porém só tive tempo e disposição agora!

Minha vontade era pegar primeiro para ler Viagem ao Centro da Terra, por ser o mais famoso e o que eu tinha mais curiosidade de ler.
Só que como estou fazendo muitas mudanças aqui em casa, os livros acabaram ficando separados e o que estava mais fácil, ao meu alcance era A Volta ao Mundo em 80 Dias, cuja história também me agradava bastante já.
Como eu disse no post anterior, a linguagem do livro é antiquada e do português de Portugal. Por conta disso, encontram-se palavras desconhecidas ou com significados pouco usuais para nós.

Aparece também com frequência algumas pérolas, como chamar os indianos de índios e usar as palavras 'indígena' e 'selvagem' para qualquer coisa que fosse diferente da civilização ocidental e/ou inglesa.

Por exemplo, há menção à uma cidade japonesa descrita como 'selvagem', o que, imaginei eu, fosse na verdade uma cidade típica japonesa.
E você sabe o que é um pagode?
Eis aqui um exemplar deste tipo de arquitetura oriental:

Coleção 'Biblioteca Júlio Verne'

Essa foi uma coleção que encontrei por acaso na Bienal do Livro e foi uma excelente surpresa, já que há muito tempo eu queria ler Verne (coisa de nerd =D ).
Na verdade aquele dia eu não tinha intenção ou esperança de voltar com nenhum livro ou no máximo um, rs. Aqueles que eu queria estavam caros demais por serem lançamentos recentes, mas aí eu tive algumas gratas surpresas. E uma delas foi essa coleção de Jules Verne.

Passei em frente um stand, vazio e láááá no fim do saguão, mas muito, muito grande!!!

Havia várias coleções com um preço que, pra mim, eram inacreditáveis. Alguns de História da Arte (que eu também queria, mas não levei nenhum), outros de autores famosos e entre eles estava Jules Verne.
Cada livro a R$ 10,00. O que mais me impressionou não foi nem sequer o valor, mas a QUALIDADE da edição a esse preço.


Sabe aqueles livros antigos, de capa dura, com lombada trabalhada, do tipo que você esperaria encontrar na Biblioteca de Hogwarts ou em alguma Biblioteca muito, muito grande e antiga, tipo a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro?
Então...
Nunca vi esse tipo de livro em edição nova em folha (geralmente a gente só acha em sebo, amarelado e com cheiro de mofo) e ainda por cima BARATO. E confesso que sempre foi meu sonho ter uma coleção dessas.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Renovando o Visual

Pois é, finalmente fiz a última parte da repaginação do blog. Só o que faltava era trocar o banner, para que ele ficasse de acordo com a nova largura da página.

Eu até pretendia continuar com o antigo mesmo, mas eu não conseguia centralizar ele no cabeçalho, então resolvi aproveitar e fazer um novo, aumentando a altura do banner também.

Adorei essa foto muito louca desse tigre (que, é claro, não fui eu quem fez!). Tinha outras fotos de tigres com carinhas mais meigas, mas achei que esse com cara de louco combinava mais comigo, heheheh...

Outra novidade é que acrescentei na barra da direita imagens com links de blogs de amigos / colegas meus que, obviamente, recomendo. Agradeço especialmente a Naiara do Universo de Diva pela ajuda. Eu não sabia que dava pra usar esse tipo de código para linkar os blogs... =P
Vergonhoso, eu sei.

Eu mesma vou demorar muito a me acostumar com esse novo banner grandão, rs... Assim como demorei muito pra me acostumar quando mudei a cor daquele cinza sem graça para o layout atual mais moderno, em grafite e azul marinho.

Sou muito avessa à mudanças!!! Mas com o tempo vou aceitando.
Espero que também tenham gostado!
Fica aqui registrado, de lembrança, o banner antigo:


sábado, 19 de janeiro de 2013

Dica: como escolher livros


Pois é... recentemente (veja o último post) fiz uma péssima escolha literária!
Hoje em dia a variedade de livros - especialmente YA - é tanta que fica mais difícil escolher a cada dia.
Então, fica no ar a pergunta: que critérios utilizar para escolher o que ler. Mais do que nunca o velho ditado faz sentido para mim: "não julgue o livro pela capa."

Tem tantos livros mal escritos circulando, mas com uma excelente campanha de marketing e em belas edições de chamar a atenção de longe, que fica fácil levar sem querer gato por lebre!


Eu decidi, depois da última decepção, adotar alguns critérios que compartilharei aqui e agora.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

ABF: Inverno das Fadas

Eu pretendia começar 2013 lendo o legendarium de Tolkien, seguindo o cronograma que tinha estabelecido para 2012 e não consegui concluir. Mas resolvi antes ler este livro da autora Carolina Munhóz para continuar este meu projeto de Autores Brasileiros de Fantasia e Ficção (ABF).

Este livro - sua capa - me chamou atenção primeiramente quando fui a São Paulo. Sempre que desço na Rodoviária Tietê dou uma parada na Super News (acho que é esse o nome) que foi, aliás, em situação semelhante que vi pela primeira vez Eragon em uma bela edição.
Então, lá estava a capa de Inverno das Fadas que me chamou a atenção e me agradou especialmente quando vi que a autora era brasileira. Lá foi mais um livro pra minha longa lista.

Aí um dia desses vi justamente Carolina Munhóz no programa Encontro da Globo de manhã, totalmente por acaso já que raramente vejo TV neste horário. O tema aliás era bullying, tema que me interessa muito e provavelmente foi por isso que parei pra assistir aquele dia. Aí então eu decidi que leria o mais breve possível.

Tenho muita curiosidade de ler os livros desta nova geração de autores de Fantasia brasileiros, já que o gênero de fantasia nunca foi forte entre autores nacionais e eu mesma fiz parte, por muitos anos, de uma comunidade de pessoas que pretendiam escrever Fantasia nacional.

Ganhei então o livro de Natal - sim, eu escolhi, não foi coincidência - e ao pegá-lo para ler esta semana tive uma agradável surpresa ao ler a orelha do livro. Descobri que ela também pertence à geração mais antiga de fãs de Harry Potter e, ainda por cima, é da equipe do Potterish. No passado eu não frequentava o Ish e nunca tive muita amizade com o pessoal de lá - nem sequer sei o nome dos editores -, mas passei a frequentar de uns 2 anos para cá. Portanto, foi diferente do que aconteceu com Cassandra Clare cujo nome eu reconheci, embora não recordasse de onde (e demorou pra cair a ficha. Pra quem não sabe: Draco Dormiens), quando vi seu livro numa vitrine. 

E aí, comecei a ler o livro.
Sabe quando você tem vontade de tacar o livro na parede de raiva? Então...